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Artista indígena Rosi Araújo em entrevista sobre vida, arte, ativismo e resistência

Direto do sertão nordestino, Rosi Araújo se expressa através das artes visuais, artes plásticas, desenhos, fotos, vídeos, e produção literária. Suas origens no povo Kariri influenciaram seu trabalho com instrumentos de ativismo e resistência.

Nas minhas obras, sempre tenho como foco o respeito à vida. Cultivo em meus traços algo mais orgânico para transmitir o sentimento de pertencimento à terra – Rosi Araújo

A Biblioteca Oscar Niemyer, Fundição Progresso, Ribeirão Pires, Cotia, Jundiaí e Embu das Artes já receberam a artista, que em julho de 2017 decola para um Congresso Internacional sobre povos indígenas em Belém do Pará. Entre seus projetos, também está ampliar sua coleção Sertão Encantado, afirmando e divulgando suas origens indígenas e o meio ambiente da região do sertão brasileiro.

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Rosi Araújo (Foto: Reprodução)

[GAROTA DA CIDADE] Quando decidiu que seria artista?
[ROSI ARAÚJO] Venho desenvolvendo arte há muitos anos e conquistado espaço e oportunidades aos poucos, num ritmo mais tranquilo. A arte é quem me orienta e conduz, ela tem vida própria e eu apenas a sinto e libero por meios das linhas, traços, cores, curvas , poemas e versos. Não foi uma decisão minha, mas sempre estive no mundo das artes de maneira sutil.
[GAROTA DA CIDADE] De onde surgiu a ideia de expor suas obras?
[ROSI ARAÚJO] Me surpreendi quando os amigos e familiares, me disseram que eu deveria expor. Foi com lápis grafite que me interessei e entendi do que meus amigos estavam falando. Depois da primeira exposição profissionalmente no Embu das Artes, nunca mais parei.
Antes eu realizava exposições com textos, poemas, e artefatos indígenas, como colares, cocar entre outros, junto com outros indígenas.
[GAROTA DA CIDADE] Qual foi a reação da sua família?
[ROSI ARAÚJO] Minha família é meu maior apoio, sempre me companham e incentivam, é como um balsamo alimentador e inspirador ter este carinho e apoio. Devo muito a eles, em especial à minha mãe.

Exposição de Rosi Araújo "Natureza Indígena - Grafismos" nas Olimpíadas Rio 2016

Exposição de Rosi Araújo “Natureza Indígena – Grafismos” nas Olimpíadas Rio 2016

[GAROTA DA CIDADE] Qual o significado das suas obras pra você, e o que quer transmitir com elas?
[ROSI ARAÚJO] Nas minhas obras, sempre tenho como foco o respeito à vida. Cultivo em meus traços algo mais orgânico para transmitir o sentimento de pertencimento à terra, com forte influência da cultura indígena nativa brasileira. Os elementos como sol, terra, água e ar, sempre podem ser percebidos, principalmente na minha coleção “Sertão Encantado”.
A exposição “Natureza indígena”, que expus nas Olimpíadas 2016 foi feita exclusivamente para este momento. Uni vários traços e expressões de povos diferentes, foi um desafio. Em uma mesma tela podemos notar e sentir vários ritos e energias da natureza traduzida pelas artes do grafismo indígena, que é sagrado, pois compõe uma linguagem entre o homem e a natureza, liga as diversidades de vidas existentes ao sagrado e o espiritual. Podemos dizer que é como uma linguagem que transmite sentimento, emoções e valores que tem na cultura indígena.
[GAROTA DA CIDADE] Qual é seu lugar favorito para ver e apreciar arte?
[ROSI ARAÚJO] Adoro visitar museus e exposições e o Embu das Artes é sem dúvida, depois das aldeias, o meu favorito. Lá você vê os artistas ao vivo, você respira arte e pode conversar com o artista e ver como são mortais especiais de grande alma, sentir os cuidados e técnicas que eles dedicam as suas obras. Isso é arte de verdade.
[GAROTA DA CIDADE] Sobre seus livros “Receita das Palavras” e “Unir versos”. De onde veio a inspiração pra eles?
[ROSI ARAÚJO] Meus livros Receita das palavras e Unir versos, vieram antes dos quadros. Primeiro eu escrevia muito, nem sabia que se chamavam poemas, mas sim, combinações de palavras com energia da natureza.
“Unir versos” é uma coleção de poemas que escrevi durante o ano de 2015. Comecei publicando no Facebook e adorei porque meus amigos e familiares sempre liam e pediam para copiar. Foi quando eu tive a ideia de publicar o livro.
O Receita das Palavras, é uma brincadeira que mistura narrativa de uma culinária com a alfabetização e a gramática, ficou lindo. Participei de um concurso na ECA USP e fui selecionada, a publicação saiu em 2015. Foi um grande desafio que me incentivou muito, percebi que estava no caminho certo.
[GAROTA DA CIDADE] Tem projetos futuros para a carreira?
[ROSI ARAÚJO] Pretendo dar aula por um período na aldeia do meu povo Kariri, no sertão do Ceará. Estou conversando e organizando um projeto com as professoras da Escola indígena. Quero multiplicar e ensinar um pouco do que aprendi sobre o mundo das artes. Será uma espécie de troca de técnicas, já que na aldeia todos os indígenas tem seus dons artísticos da cultura e tradição ancestral.
Também quero estudar e conhecer mais técnicas artísticas, unir ao poema, videos e fotos, entre tantas outras artes que amo muito. Ficarei no RJ em uma turnê até o final de 2016, depois sigo para Belém e Ceará. Espero fazer uma exposição na escola indígena dos Kariri.
E aguardem o livro “Unir versos II”!

Poliana revela como concilia a vida de cantora com a família

Sempre acostumada com a música na sua vida, Poliana Devidé Bertrand, de 30 anos, diz que com o apoio dos familiares consegue ter um tempo maior para se dedicar a música e a família ao mesmo tempo.

Seu gosto é bastante eclético na hora de falar sobre música. Poliana costuma tocar em eventos e para amigos. Não é à toa que já está preparando seu segundo EP, com 8 canções. Música é o que não falta na vida de Poli!

 

Veja muito mais desta entrevista a seguir:

 

GC: De onde veio a ideia de começar a cantar?

Poliana Devidé: Cantar sempre fez parte de mim, canto desde pequena na Igreja. Fui crescendo e entendendo que cantar é a minha vocação. Sim, cantar é o meu trabalho, mas até eu compreender isso fiz outras coisas, como faculdade de Administração.

 

GC: Tem alguma inspiração?

PD: Deus e a vida que Ele nos dá.

 

GC: Quais são seus projetos atualmente?

PD: Estou na fase de finalização do meu segundo EP com 8 canções minhas. Assim que for finalizado, pretendo tocar em alguns lugares.

 

GC: Qual tipo de música gosta de cantar?

PD: Depende. Gosto de MPB, Pop e Folk.

 

GC: Quais músicas sempre estão sempre na sua playlist?

PD: Breakaway – Kelly Clarkson (entrei com ela no meu casamento, simplesmente amo!); Love Song – Sara Bareilles (curto muito artistas que tocam e cantam); Dia Especial – Tiago Iorc (cantei em um casamento de uma amiga e amei a música!); Drão – Gilberto Gil (a melodia e a história da música. Me apaixonei!) E algumas outras (risos)!

 

GC Você é casada e tem dois filhos, certo?! Como você consegue conciliar a música com a família?

PD: Nem sempre é fácil com 2 filhos, a demanda é grande, são muitos afazeres. Deixo de fazer algumas coisas na minha área, mas entendo que nesta fase, meus filhos precisam muito de mim, são pequenos (tenho um de 4 anos e outro de 8 meses!) e eles são a minha prioridade. Graças a Deus, quando preciso tenho a ajuda do marido, dos meus pais, sogros, familiares… E assim vou vivendo e cantando.

 

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Poliana com a sua família (João Haroldo – marido, Rafael e Miguel – filhos).

 

GC: O que significa ‘família’ para você?

PD: É meu porto seguro. O lugar onde vivo o amor, o perdão, a paz, a vida. Onde sou o que sou, e somos o que somos, de verdade. Felizes, gratos, às vezes tristes porque a vida não é sempre um mar de rosas, mas sempre nos amando e amando a Deus. Família, é a minha base.

 

GC: Qual é o seu pedido para 2016?

PD: Que Deus nos dê Saúde, paz, amor. Sorrisos, risadas, família, amigos e muita música. Muitos pedidos né? (risos) Mas é isso!

 

Gostaram? Quem quiser saber mais do trabalho da Poli, curta a página no Facebook e também no SounCloud. Vale a pena conferir!

A determinação para a dança perfeita

Certa vez li uma frase da bailarina Ana Botafogo: “O artista deve ter em mente que faz parte da vida de seu país e que a ele cabe dar exemplos que motivem e orientem as novas vocações.”

Ana estava certa. A dança tem uma linguagem única e sincronizada. Ela exige muita dedicação, determinação e garra para vencer as barreiras. Para entender melhor, conversamos com Mike Fideles, bailarino profissional, que irá contar mais, para a Garota da Cidade desta semana, como tudo se iniciou e explica como é sua rotina (que não é nada fácil!

Acompanhe a seguir:

 

GAROTA DA CIDADE: Como conheceu e como começou a dança?

MIKE FIDELES: Comecei a dançar em uma Escola de bairro. Mas de começo, nunca levei a sério muito.  Menos imaginei que hoje a dança seria a minha profissão .

 

GC: Teve alguma fonte de inspiração? Quem ou o que?

MF: O que me inspirou foi um filme que se chama A Última Dança. Na época, eu tinha 17 anos e trabalha em banco. Sempre fui muito artista. Já estava na veia. Após assistir o filme, algo dentro de mim dizia que os palcosm os aplausos e as aulas de ballet seriam meu arroz e feijão .

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GC: Quais foram as dificuldades no início?

MF: Como todo começo é difícil. Na dança não foi diferente. Muitos gastos com aapatilhas, festivais, alimentação, condução e figurinos. Sou da periferia e não tinha condições de pagar tudo. Muito menos minha mãe (que sempre me apoiou) então procurei meios de conseguir dinheiro conciliando com a dança, como bicos e eventos. Enfim…

 

GC: Qual é ou são os lugares que quer dançar e ainda não teve esta oportunidade?

MF: Nova York meu SONHO!

 

GC: Você viajou bastante para dançar? Quais lugares?

MF: Danço há 4 anos. Como abandonei tudo para ir atrás de meu sonho, eu tive uma evolução muito rápida. Então, comecei a trabalhar profissionalmente como bailarino após dois anos de estudos. Também, trabalhei em uma companhia de teatro musical (como bailarino) e através desta Cia eu viajei o Brasil todo.

 

GC: Quantas horas por dia você treina? Qual companhia?

MF:Atualmente sou bailarino da Raça Cia de Dança de São Paulo. Minha carga horária é de segunda a sábado das 10h ás 14h. Porém, quando saio da Cia, faço outras coisas ou vou dar aulas, ou vou fazer mais aulas, ou eventos. Enfim, saio de casa às 7 da manhã e retorno entre 22h30 – 23h00.

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Mike dançando na Raça Cia de São Paulo. Foto: Mike Fideles

GC: Além da dança você pratica alguma outra atividade relacionada com artes?

MF: Apenas a dança.

 

GC: Alguma vez você pensou em parar de dançar? Por quê?

MF: Como eu havia dito, a questão financeira é bem difícil no começo. Não tinha salário fixo; então a falta de dinheiro me fazia pensar se valeria a pena ou não continuar tentando .

 

GC: O que te motivou a seguir em frente?

MF: Primeiro, pelo apoio de minha mãe; depois o amor. Eu sabia que se eu parasse de dançar seria uma pessoa frustrada. E levei em consideração também todas as dificuldades que tive para conseguir viver da dança. Então vi que não valeria a pena jogar tudo para o ar. Por mais que não desse certo. Queria dizer que pelo menos eu TENTEI.

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Fideles se preparando para aula.

GC: Quais são seus projetos atuais? Planos futuros?

MF:Meu sonho é entrar em uma companhia de BH que se chama Grupo Corpo. Então, pretendo continuar fazendo aulas e mais aulas. E quando eu estiver muito cansado, vou fazer mais aulas para ter a certeza que a técnica é muito valiosa. Um Bailarino nunca deve deixar de fazer aulas principalmente de Ballet Clássico. Que é a nossa base. E para entrar em uma cia grande, temos que estar forte tecnicamente. Aliás, é assim eu sou bom. Fulano é um pouco melhor; é o ciclano é MARAVILHOSO. É um mudo muito competitivo.

Mike em uma de suas apresentações.

GC: Qual é o valor do dançarino no Brasil?

MF: Em meu ponto de vista nenhum. A dança não é valorizada aqui. Um país pobre de cultura e de conhecimento. As pessoas não vão ao teatro gratuito, quem dirá pagando R$ 10,00.

 

GC: Quais dicas você daria para alguém que quer dançar?

MF: Se for por hobby, façam aulas. A dança nos liberta. Dentro da sala de aula você vai ficar tão preocupado e concentrado em guardar as sequências, que por 1h30 você esquecerá todos os seus problemas aqui fora. Se for profissional, além de muito amor e muita mais muita e muita disciplina e vontade. Até mesmo porque a vida social meio que acaba, pois a sua rotina será aulas e ensaios. Muitos ensaios aos finais de semana, espetáculos também. Ou seja, cinema, balada, shopping – vão acabar (risos). Então, por isso que tem que amar, mas nada na vida paga o preço de estar no palco, de receber aplausos,  abraços e reconhecimentos. E passa tão rápido , que quando você percebe todo o seu esforço, ensaio, dores musculares; foi para estar apenas

Fotografia: o registro detalhado da vida

Por mais que algo possa ser escrito ou falado, a fotografia consegue ter uma linguagem universal. O fotógrafo Vinícius Aguiar já dizia: “Fotografar é acima da arte de escrever imagens com a luz. É eternizar momentos, sorrisos e lágrimas, maneira de expressar o que se vê ou sente.”. E é na entrevista desta semana no GC, que falaremos mais sobre FOTOGRAFIA, com Beatriz Ramos.

A particularidade de Beatriz é retratar as pessoas e seus momentos mais comuns. São por meio de detalhes, que ela se inspira para fotografar – além de pessoas, ela gosta de descrever lugares onde o observador não consegue prestar muita atenção.

 

Beatriz conta mais sobre como foi a trajetória da fotografia na sua vida:

 

GC: Como tudo começou? E há quanto tempo está nesta área?

Beatria Ramos: Eu sempre amei a arte de fotografar. Para mim sempre foi algo mágico! Comecei meu curso de fotografia em fevereiro de 2012.

 

GC: Porque escolheu fotografia?

BR: Eu nunca acreditei que eu conseguiria ser uma fotógrafa. Pra mim era algum distante da minha realidade; tanto financeira, quanto por conta da minha deficiência visual de ser míope com 20% de visão no olho esquerdo. Mas, Deus é bom demais e na época em que decidi fazer na Escola Panamericana, tive pessoas ao meu lado que me incentivaram a não ter medo de fazer o que realmente gosto. E eu sempre amei a fotografia.

 

GC: O que mais gosta de fotografar? Quais são os equipamentos que usa?

BR: Pessoas. Amo documentar a cultura e o dia-a-dia das pessoas – como elas são. Também gosto bastante de foto culinária, porém mais por curiosidade. Tenho duas câmeras da Nikon, a D5100 que me acompanhou até hoje e a mais nova membro da família, a D7100.

 

GC: Qual é o seu estilo de fotografar?

BR: Difícil essa (risos). Não sei me definir num estilo. Eu procuro documentar a realidade com sensibilidade.

 

GC: Já participou de algum concurso?

BR: Sim, de 3 concursos. Ganhei 2 com uma das fotos que mais gosto – de um ensaio que fiz sobre o metrô de São Paulo. Em um dos concursos tive a honra de ter a minha fotografia em um livro; que sempre foi meu sonho.

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Com apenas um clique, esta imagem ganhou no concurso em que Beatriz participou. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: A foto (acima), na qual você ganhou; como conseguiu tirar?

Então, foi bem corrido porque eu o vi na plataforma e fui andando para tirar a foto dele; mesmo que no metrô não é permitido tirar fotos. Quando eu cheguei perto, ele tinha entrado no vagão. Nisso, foi o tempo de pegar a câmera e fazer a foto. Ele viu, e logo olhou para a foto (risos). Eu tinha apenas uma chance. O metrô foi e eu fiquei na plataforma com essa foto.

 

GC: E as outras fotos? Qual foi a intenção de tirá-las?

BR: As fotos da filha do casal sírio, fui eu que pedi para fazer. Como um presente pra eles sabe?! Eles são muito queridos e gostam muito da minha família. Aí, eu quis dar as fotos para eles.

Já a do casal de missionários no centro; eles me pediram para fotografá-los. Eles foram um dos casais de missionários que recepcionaram a minha equipe durante minha viagem pela África. E quando soube que estavam em São Paulo, eles me chamaram para fazer esse ensaio.

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Foto tirada por Beatriz com a missionária, no centro de São Paulo. Imagem: Beatriz Ramos

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Bebê do casal de refugiados. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: Quais eventos já fotografou? Casamentos, festas, etc?

BR: Já fotografei alguns casamentos, festas infantis, bodas, festas de aniversário e eventos de igreja.

 

GC: Qual foi o seu maior desafio na fotografia?

BR: Me expor. Na fotografia, o fotógrafo sempre se expõe. É uma escolha pessoal que carrega sua personalidade; e tudo que você tem de bagagem cultural quando você determina o que você fotografa. E isso pra mim foi desafiador. O medo da crítica em algo foi muito íntimo e assustador.

 

GC: Quais são seus planos futuros para fotografia?

BR: A idéia é sempre estar fotografando e aprendendo. Tenho planos para fazer especialização e viagens com fins de aprimoramento na minha área.

 

GC: Você utiliza as imagens para fins comerciais/profissionais?

BR: Sim, a fotografia é a minha paixão e profissão.

 

Para quem quiser acompanhar mais dos trabalhos que Beatriz faz, siga site oficial e no instagram também.

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