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Admilson Silva fala como a profissão trouxe benefícios para sua vida

A maioria das pessoas prefere muito mais exercer sua profissão, fazendo aquilo que gosta – paixão – do que pelo dinheiro. Este caso serve bem para Admilson Silva, professor de educação física e recreador. Para quem o conhece realmente; Nardoni, como também é chamado por seus amigos; sempre está disposto a levantar o astral de qualquer pessoa.

Esforço é uma palavra que sempre irá aparecer no seu vocabulário. Não é à toa que com isso o levou a ser chamado para trabalhar em diversos lugares. Então para saber mais como tudo começou, confira a seguir a entrevista que a GC fez com Admilson:

 

GC: O que levou a optar por essa profissão?

Admilson Silva: Bom, o que me levou a escolher Educação Física, não sei explicar ao certo, mas acredito que tive ótimos professores de Educação Física e foi um das primeiras coisas que posso citar. Quando terminei o Ensino Médio já me identificava demais com a profissão, sempre estava presente na escola colaborando com alguma atividade relacionada à Educação física.

Sempre soube que seria um professor, mas não sabia de que, depois com o tempo fui me identificando cada vez mais com a área de Educação Física, até que percebi que seria a profissão da minha vida.

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Professor com suas alunas na academia JL. Foto: Admilson Silva

GC: Aonde exerce sua função? Escolas, academias, eventos, hotéis?

AS: Atualmente trabalho em três escolas e uma academia, mas já trabalhei em acampamentos com recreação infantil, buffet infantil – como animador – e em hotéis com recreação infantil e recreação para adultos.

 

GC: De que maneira você vê que o professor de educação física pode contribuir na formação do aluno?

AS: A Educação Física possui ferramentas que contribuem das mais diversas formas possíveis para o desenvolvimento do aluno, os jogos e as brincadeiras e todas as atividades ligadas a ela proporcionam  benefícios no desenvolvimento muscular e ósseo da criança que a executa, além de desenvolver a autoconfiança, auto-estima e ampliar o desenvolvimento psicomotor, a capacidade de desenvolver estratégias, de interagir e socializar.

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Admilson com sua turma num campeonato de futebol, na Escola Muicipal Benedita Braga Cobra. Foto: Admilson Silva

GC: Como é seu dia-a-dia como profissional?

AS: Meu dia-a-dia é bem puxado, trabalho todas as manhãs, tardes e noites. Sempre tenho trabalho em casa, estudar e desenvolver planos de aula para as próximas aulas e ainda sobra trabalho para os fins de semana.

 

GC: Soube que além de professor, você trabalha com recreação também. Como encara esta jornada?

AS: Atualmente não trabalho mais com recreação, mas por falta de tempo mesmo, hoje me dedico mais às escolas e a academia, que já não é uma tarefa muito fácil; sinto muita saudade da recreação e de amigos que conheci nesta área, foram cinco anos que me proporcionaram muitas alegrias.

 

GC: Porque escolheu trabalhar nesta área por paixão ou pelo dinheiro?

AS: Bom, não podemos dizer que não gostamos de dinheiro… Hoje, eu trabalho por ambas as coisas, mas quando decidi ser professor de Educação Física foi por paixão. Hoje posso dizer que amo o que faço, trabalho com um público muito legal em todas as áreas, tive a oportunidade de conhecer lugares e pessoas maravilhosas que somente a Educação Física poderia me proporcionar.

 

GC: Quais foram as dificuldades que enfrentou no trabalho (ou que ainda enfrenta)?

AS: Acredito que em todos os trabalhos você vai encontrar dificuldades. Hoje, nas escolas em que trabalho, temos problemas com infra-estrutura, algumas escolas sem material, eu fico chateado não por mim, mas pelo que vai faltar para o meu aluno, o que eu não vou proporcionar a ele com relação à aprendizagem,  mas sempre tentamos criar atividades adaptadas para que se possa vivenciar o maior número de atividades possíveis.

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Recreação na temporada de férias de janeiro o Hotel Vacance. Foto: Admilson Silva

 

GC: Já ouvi falar que lidar com o público é muito difícil. Você concorda com isso?

AS: Sim, concordo; trabalhar com o publico é difícil.  Uma caixinha de surpresas, você nunca sabe o que tem pra você. Às vezes, essa surpresa é boa e, às vezes, essa surpresa pode ser não muito boa… Você, simplesmente, sabe que vai ter que dar o seu melhor para que tudo aconteça da melhor maneira possível.

 

GC: Qual foi o lugar (em que trabalhou) que mais gostou? E o que te trouxe de experiência?

AS: Posso dizer que todos os lugares que trabalhei foram mágicos, cada um com o seu jeitinho especial, cada um com sua singularidade. Hoje, posso dizer que não sou o mesmo Admilson que terminou o curso superior com objetivo de lecionar na escola de sua cidade, sou uma colcha de retalhos com um pedacinho de cada lugar que já estive, com uma bagagem de bons e maus momentos vividos; então tudo pra mim foi válido, até meus erros foram válidos… Gostaria de terminar dizendo uma frase que sempre digo para meus alunos: “Nunca você perde, até quando você erra você ganha… ganha experiência, sabedoria e força para seguir em frente “

A determinação para a dança perfeita

Certa vez li uma frase da bailarina Ana Botafogo: “O artista deve ter em mente que faz parte da vida de seu país e que a ele cabe dar exemplos que motivem e orientem as novas vocações.”

Ana estava certa. A dança tem uma linguagem única e sincronizada. Ela exige muita dedicação, determinação e garra para vencer as barreiras. Para entender melhor, conversamos com Mike Fideles, bailarino profissional, que irá contar mais, para a Garota da Cidade desta semana, como tudo se iniciou e explica como é sua rotina (que não é nada fácil!

Acompanhe a seguir:

 

GAROTA DA CIDADE: Como conheceu e como começou a dança?

MIKE FIDELES: Comecei a dançar em uma Escola de bairro. Mas de começo, nunca levei a sério muito.  Menos imaginei que hoje a dança seria a minha profissão .

 

GC: Teve alguma fonte de inspiração? Quem ou o que?

MF: O que me inspirou foi um filme que se chama A Última Dança. Na época, eu tinha 17 anos e trabalha em banco. Sempre fui muito artista. Já estava na veia. Após assistir o filme, algo dentro de mim dizia que os palcosm os aplausos e as aulas de ballet seriam meu arroz e feijão .

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GC: Quais foram as dificuldades no início?

MF: Como todo começo é difícil. Na dança não foi diferente. Muitos gastos com aapatilhas, festivais, alimentação, condução e figurinos. Sou da periferia e não tinha condições de pagar tudo. Muito menos minha mãe (que sempre me apoiou) então procurei meios de conseguir dinheiro conciliando com a dança, como bicos e eventos. Enfim…

 

GC: Qual é ou são os lugares que quer dançar e ainda não teve esta oportunidade?

MF: Nova York meu SONHO!

 

GC: Você viajou bastante para dançar? Quais lugares?

MF: Danço há 4 anos. Como abandonei tudo para ir atrás de meu sonho, eu tive uma evolução muito rápida. Então, comecei a trabalhar profissionalmente como bailarino após dois anos de estudos. Também, trabalhei em uma companhia de teatro musical (como bailarino) e através desta Cia eu viajei o Brasil todo.

 

GC: Quantas horas por dia você treina? Qual companhia?

MF:Atualmente sou bailarino da Raça Cia de Dança de São Paulo. Minha carga horária é de segunda a sábado das 10h ás 14h. Porém, quando saio da Cia, faço outras coisas ou vou dar aulas, ou vou fazer mais aulas, ou eventos. Enfim, saio de casa às 7 da manhã e retorno entre 22h30 – 23h00.

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Mike dançando na Raça Cia de São Paulo. Foto: Mike Fideles

GC: Além da dança você pratica alguma outra atividade relacionada com artes?

MF: Apenas a dança.

 

GC: Alguma vez você pensou em parar de dançar? Por quê?

MF: Como eu havia dito, a questão financeira é bem difícil no começo. Não tinha salário fixo; então a falta de dinheiro me fazia pensar se valeria a pena ou não continuar tentando .

 

GC: O que te motivou a seguir em frente?

MF: Primeiro, pelo apoio de minha mãe; depois o amor. Eu sabia que se eu parasse de dançar seria uma pessoa frustrada. E levei em consideração também todas as dificuldades que tive para conseguir viver da dança. Então vi que não valeria a pena jogar tudo para o ar. Por mais que não desse certo. Queria dizer que pelo menos eu TENTEI.

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Fideles se preparando para aula.

GC: Quais são seus projetos atuais? Planos futuros?

MF:Meu sonho é entrar em uma companhia de BH que se chama Grupo Corpo. Então, pretendo continuar fazendo aulas e mais aulas. E quando eu estiver muito cansado, vou fazer mais aulas para ter a certeza que a técnica é muito valiosa. Um Bailarino nunca deve deixar de fazer aulas principalmente de Ballet Clássico. Que é a nossa base. E para entrar em uma cia grande, temos que estar forte tecnicamente. Aliás, é assim eu sou bom. Fulano é um pouco melhor; é o ciclano é MARAVILHOSO. É um mudo muito competitivo.

Mike em uma de suas apresentações.

GC: Qual é o valor do dançarino no Brasil?

MF: Em meu ponto de vista nenhum. A dança não é valorizada aqui. Um país pobre de cultura e de conhecimento. As pessoas não vão ao teatro gratuito, quem dirá pagando R$ 10,00.

 

GC: Quais dicas você daria para alguém que quer dançar?

MF: Se for por hobby, façam aulas. A dança nos liberta. Dentro da sala de aula você vai ficar tão preocupado e concentrado em guardar as sequências, que por 1h30 você esquecerá todos os seus problemas aqui fora. Se for profissional, além de muito amor e muita mais muita e muita disciplina e vontade. Até mesmo porque a vida social meio que acaba, pois a sua rotina será aulas e ensaios. Muitos ensaios aos finais de semana, espetáculos também. Ou seja, cinema, balada, shopping – vão acabar (risos). Então, por isso que tem que amar, mas nada na vida paga o preço de estar no palco, de receber aplausos,  abraços e reconhecimentos. E passa tão rápido , que quando você percebe todo o seu esforço, ensaio, dores musculares; foi para estar apenas

Fotografia: o registro detalhado da vida

Por mais que algo possa ser escrito ou falado, a fotografia consegue ter uma linguagem universal. O fotógrafo Vinícius Aguiar já dizia: “Fotografar é acima da arte de escrever imagens com a luz. É eternizar momentos, sorrisos e lágrimas, maneira de expressar o que se vê ou sente.”. E é na entrevista desta semana no GC, que falaremos mais sobre FOTOGRAFIA, com Beatriz Ramos.

A particularidade de Beatriz é retratar as pessoas e seus momentos mais comuns. São por meio de detalhes, que ela se inspira para fotografar – além de pessoas, ela gosta de descrever lugares onde o observador não consegue prestar muita atenção.

 

Beatriz conta mais sobre como foi a trajetória da fotografia na sua vida:

 

GC: Como tudo começou? E há quanto tempo está nesta área?

Beatria Ramos: Eu sempre amei a arte de fotografar. Para mim sempre foi algo mágico! Comecei meu curso de fotografia em fevereiro de 2012.

 

GC: Porque escolheu fotografia?

BR: Eu nunca acreditei que eu conseguiria ser uma fotógrafa. Pra mim era algum distante da minha realidade; tanto financeira, quanto por conta da minha deficiência visual de ser míope com 20% de visão no olho esquerdo. Mas, Deus é bom demais e na época em que decidi fazer na Escola Panamericana, tive pessoas ao meu lado que me incentivaram a não ter medo de fazer o que realmente gosto. E eu sempre amei a fotografia.

 

GC: O que mais gosta de fotografar? Quais são os equipamentos que usa?

BR: Pessoas. Amo documentar a cultura e o dia-a-dia das pessoas – como elas são. Também gosto bastante de foto culinária, porém mais por curiosidade. Tenho duas câmeras da Nikon, a D5100 que me acompanhou até hoje e a mais nova membro da família, a D7100.

 

GC: Qual é o seu estilo de fotografar?

BR: Difícil essa (risos). Não sei me definir num estilo. Eu procuro documentar a realidade com sensibilidade.

 

GC: Já participou de algum concurso?

BR: Sim, de 3 concursos. Ganhei 2 com uma das fotos que mais gosto – de um ensaio que fiz sobre o metrô de São Paulo. Em um dos concursos tive a honra de ter a minha fotografia em um livro; que sempre foi meu sonho.

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Com apenas um clique, esta imagem ganhou no concurso em que Beatriz participou. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: A foto (acima), na qual você ganhou; como conseguiu tirar?

Então, foi bem corrido porque eu o vi na plataforma e fui andando para tirar a foto dele; mesmo que no metrô não é permitido tirar fotos. Quando eu cheguei perto, ele tinha entrado no vagão. Nisso, foi o tempo de pegar a câmera e fazer a foto. Ele viu, e logo olhou para a foto (risos). Eu tinha apenas uma chance. O metrô foi e eu fiquei na plataforma com essa foto.

 

GC: E as outras fotos? Qual foi a intenção de tirá-las?

BR: As fotos da filha do casal sírio, fui eu que pedi para fazer. Como um presente pra eles sabe?! Eles são muito queridos e gostam muito da minha família. Aí, eu quis dar as fotos para eles.

Já a do casal de missionários no centro; eles me pediram para fotografá-los. Eles foram um dos casais de missionários que recepcionaram a minha equipe durante minha viagem pela África. E quando soube que estavam em São Paulo, eles me chamaram para fazer esse ensaio.

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Foto tirada por Beatriz com a missionária, no centro de São Paulo. Imagem: Beatriz Ramos

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Bebê do casal de refugiados. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: Quais eventos já fotografou? Casamentos, festas, etc?

BR: Já fotografei alguns casamentos, festas infantis, bodas, festas de aniversário e eventos de igreja.

 

GC: Qual foi o seu maior desafio na fotografia?

BR: Me expor. Na fotografia, o fotógrafo sempre se expõe. É uma escolha pessoal que carrega sua personalidade; e tudo que você tem de bagagem cultural quando você determina o que você fotografa. E isso pra mim foi desafiador. O medo da crítica em algo foi muito íntimo e assustador.

 

GC: Quais são seus planos futuros para fotografia?

BR: A idéia é sempre estar fotografando e aprendendo. Tenho planos para fazer especialização e viagens com fins de aprimoramento na minha área.

 

GC: Você utiliza as imagens para fins comerciais/profissionais?

BR: Sim, a fotografia é a minha paixão e profissão.

 

Para quem quiser acompanhar mais dos trabalhos que Beatriz faz, siga site oficial e no instagram também.

Dos palcos para a vida

Uma peça teatral não é apenas feita de atores que aparecem no palco e se apresentam. É muito mais do que isso. É decorar textos, ensaiar coreografias, ver figurinos, arrumar cenários e rever os últimos detalhes antes de se abrirem as cortinas. Essas e outras atividades fazem parte do cotidiano, atualmente, da estudante Leticia Guimarães, que está em cartaz com a peça Vale Encantado, de Oswaldo Montenegro.

Atuando desde os 11 anos, Lê, como gosta de ser chamada pelos amigos; explica que quando entrou para a companhia de teatro, Oficina dos Menestréis, em São Paulo, percebeu ali sua grande paixão pelos palcos, e a partir disso, nunca mais parou de fazer peças.

 

Confira um pouco mais desta entrevista a seguir:

 

GC: Como teve o interesse pelo teatro?

LE: Desde pequena eu era extremamente tímida, não dançava nas festinhas da escola, não apresentava trabalhos, nem nada. Só que sempre gostei muito do meio artístico, ficava vidrada em novelas, teatros.. De uma hora pra outra, resolvi fazer Jazz (dança). Viajava com o grupo, competia, e peguei paixão por estar no palco, porém não era aquilo que eu queria. Eu queria estar no palco, mas não competindo, dançando.

 

GC: Com quantos anos começou a fazer teatro?

LE: Então por volta dos meus 11 anos, resolvi entrar no teatro. Foi a partir dali, que eu me apaixonei completamente. Até então, não parei mais.

 

GC: Onde faz teatro? Quantas peças já fez?

LE: Atualmente, faço no Teatro Dias Gomes, mais conhecido como Oficina dos Menestréis, e estou há dois anos lá, e meu amor por atuar aumentou muito mais! Já fiz mais de 15 peças, tanto pequenas, como peças grandes.

 

GC: Alguém te apresentou a Oficina dos Menestréis?

LE: Quem me apresentou a Oficina foi a mulher de um primo meu, e fiquei doida pra entrar, porém a peça que eu queria fazer era só maior de 15 anos, e não consegui fazer. Acabei entrando alguns anos depois.

 

GC: Qual peça você está fazendo no momento? E qual personagem você faz?

LE: No momento, estou fazendo pela segunda vez o musical de Oswaldo Montenegro chamado “Vale Encantado”. Estou atuando como a personagem Anna do filme “Frozen, uma aventura congelante”.

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Atuando como Anna (centro) na peça Vale Encantado (2016).

 

GC: Se você não fosse esta personagem, qual você gostaria de interpretar?

LE: Se eu não fosse essa personagem, talvez eu seria a Chapéuzinho Vermelho! Acho um barato. Mas prefiro ficar como a Anna mesmo, tenho uma ligação bem forte com essa personagem.

 

GC: Já está pensando na próxima peça que irá fazer?

LE: Com toda certeza já estou pensando nas próximas peças! Vou falir meu pai já já. (risos) Inclusive uma delas é “Lendas e Tribos”, também da Oficina dos Menestréis, pra mim, ela é a melhor peça que eu já assisti na vida!

 

GC: De que forma o teatro te influencia na sua vida?

LE: O teatro é meu ponto de paz, é como minha terapia. Talvez passo mais tempo no teatro do que na minha própria casa.. É o único lugar que me sinto completa, onde me sinto bem. É como eu sempre digo : “Faço do teatro meu corpo, o público meu sangue e o palco o meu coração!”.

 

GC: Um ator e atriz que você admira?

LE: Tento sempre como admiração e inspiração Matheus Solano e Adriana Estevez, são os que mais mexem comigo.

 

GC: Você pretende fazer do teatro sua profissão?

LE: Pretendo seguir carreira, e estou totalmente certa disso.

 

GC: Qual dica você daria para quem quer fazer teatro?

LE: Claro, uma dica pra quem quer fazer teatro : Faça! Não perca tempo, e vá atrás do seus sonhos!

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