Tag: Entrevista

Intercâmbio High School? Vem saber como é!

Arrumar as malas, pegar o visto ou passaporte, se despedir dos amigos e da família, etc. É necessário checar tudo, para que a viagem que organizou dê certo.

Para se ter noção, o número de agências do segmento de Estudos e Intercâmbios cadastradas no Cadastur, do Ministério do Turismo, identificou que entre os anos de 2009 e 2016, de 945 agências, foi para 5.425 empresas entre os estados com maior número: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

E é obvio que são os jovens que optam por querer conhecer novas culturas, novas pessoas e novas experiências, uma nova língua.

Para você, leitora da Garota da Cidade entender melhor, como se prepara uma viagem de intercâmbio, veja a seguir a entrevista com a estudante Ana Clara Ebert que passou cerca de 1 ano no Canadá e aprendeu muito com esta experiência em sua vida.

 

Embarque nesta entrevista abaixo:

 

Garota da Cidade: Qual foi a experiência de morar em casa de família (prós e contras)?

Ana Clara: Morar em casa de família baseia-se em sorte. E felizmente, eu posso dizer que dessa eu tive muita. Minha família era pequena (apenas meus pais e eu), mas maravilhosa! Eles me acolheram e me trataram como filha própria, e hoje, eu os considero como minha segunda família. O lado bom de morar com “host family” (casa de família) é a possibilidade de estar completamente imerso na cultura do pais, e portanto, observando de perto a rotina comum das pessoas; além de seus hábitos, suas comidas e celebrações típicas. O fato de estar ao redor de pessoas que gostam e se preocupam com você ajuda muito ao longo da experiência, sendo assim, mais difícil se sentir sozinho. Entretanto, para alcançar essa harmonia é necessário entrar em consenso com as regras da casa. Isso vai de cada família. No meu caso, tais regras eram bem aceitáveis, como por exemplo: “curfew” (o horário para voltar de noite aos finais de semana), guardar a louca levada, limpar meu próprio quarto e banheiro, lavar minhas roupas na máquina, etc. Se as regras da família não correspondem ao desejado, existe a opção de troca de família. Mas, honestamente, a maioria das famílias apresentam essas regras básicas, e meu conselho é tentar se adaptar a elas. Afinal de contas, a família (geralmente) também está tentando se adaptar à nova situação.

 

GC: Como é a volta depois do intercâmbio?

AC: Eu diria que foi uma das partes mais difíceis pra mim. Durante o intercâmbio a sensação de liberdade que eu tive foi imensa. Eu tomava minhas próprias decisões e sentia um prazer inexplicável de poder ser qualquer coisa que eu queria ser. Foi como começar uma vida do zero, onde tudo é novo e inesperado, e o melhor, ninguém te conhece. Se adaptar de volta a minha vida no Brasil leva tempo. Eu precisei e ainda preciso me lembrar que a situação não é mais a mesma, eu não tenho mais tanta liberdade como antes, em termos de locomoção (só andava de ônibus e bicicleta lá), financeiros (tive que aprender a lidar com meu próprio dinheiro), além de não ter que dar muita satisfação para os meus pais, como é aqui no Brasil (risos). Sem falar da saudade que eu tenho de todas as pessoas que eu conheci e que foram muito importantes pra mim. Em resumo, é só mais um processo de adaptação inevitável; e quando bate a saudade, me lembro de agradecer pela experiência incrível que eu tive.

 

GC: Você acha que as pessoas mudam depois do intercâmbio? E foi difícil se acostumar por ficar tão longe de casa por muito tempo?

AC: Isso depende muito da pessoa e um pouco da duração do intercâmbio. Eu pessoalmente mudei bastante a partir do segundo semestre (na metade do intercâmbio); foi quando eu realmente sai da minha zona de conforto e me abri totalmente para a experiência. No começo, levei um tempo para me adaptar com a rotina, alimentação, escola e principalmente com a língua. E até ai eu já havia aprendido muitas coisas, mas não mudado muito como pessoa. Aos poucos fui aprendendo e percebendo coisas as quais não faziam parte de mim antes, e por isso que um ano completo foi o tempo perfeito de intercâmbio pra mim. E hoje eu me sinto diferente internamente. Mas esse tipo de coisa vai muito do tipo de pessoa e da experiência que ela teve. Meu conselho é tentar se abrir um pouco diante daquilo que é diferente ou que você não está acostumado; é realmente surpreendente o que você pode aprender com isso.

 

GC: Qual cidade você optou por estudar? E porquê da escolha?

AC: Eu estudei em Ottawa, capital do Canada. Para ser completamente honesta, minhas decisões foram bem confusas e totalmente em cima da hora. Porém, se deram baseadas no meu processo de relacionamento e paixão com viagem que já era antigo. Eu havia tido experiências anteriores de intercâmbio nas cidades de Londres e Vancouver durante o primeiro e segundo colegial respectivamente; contudo, foram escolas de verão com duração apenas de um mês. Após minha volta de Vancouver em julho do ano passado (2015), eu decidi que queria retornar para um intercâmbio de um semestre. Todavia, já estava a um mês do início do ano escolar canadense e todas as vagas para Vancouver estavam ocupadas; e portanto, entre as poucas opções de cidades restantes, decidi escolher Ottawa, sendo a capital. Como se já não bastasse; no fim do ano, decidi prolongar o intercâmbio para mais um semestre, realizando um ano completo.

 

GC: Como foi o processo do visto?

AC: Eu tirei meu visto através de uma agência de viagens, que me auxiliou na parte burocrática (o que é bem indicado para uma primeira vez no intercâmbio). Como havia dito anteriormente, eu havia viajado para Vancouver num período de um mês e para essa viagem eu tirei o visto de turista com a agência (o que foi muito fácil e rápido, para o visto canadense nem é preciso ir a uma embaixada como o americano). Como meu intercâmbio para Ottawa foi programado inicialmente para a duração de apenas um semestre; não foi necessário fazer outro visto, pois para 6 meses só é requerido visto de turista. Todavia, quando decidi estender para mais um semestre, foi necessário entrar com o pedido de visto de estudando (Student Permit). Todo o processo foi realizado pela minha companhia de viagem que tinha uma sede lá no Canada mesmo, para esse tipo de auxílio. Se você está pensando em ficar um ano todo, será necessário o visto de estudando desde o começo (o que seria até mais fácil, pois evita as complicações futuras para a extensão).

 

GC: Como foi se adaptar com o inglês?

AC: É bem difícil mudar para um país, onde você não conhece a família, a escola, a língua e os costumes. Uma das minhas maiores frustrações foi, com certeza, o inglês. Uma coisa é, ir viajar de férias e usar o inglês como um turista, e outra é precisar do inglês para se comunicar no dia a dia; como apresentar trabalhos ou aprender matérias na escola, para tentar estabelecer relações significativas de amizade com pessoas, para se expressar de uma forma verdadeira e legítima. E é sim difícil, algumas vezes, achar as palavras exatas, nos momentos certos. Eu convivia com canadenses e sempre comparava meu inglês com o deles, e obviamente, me decepcionava; porque o nível não era o mesmo. Eu acabei percebendo que minha situação era completamente diferente de um nativo que falava inglês desde que nasceu. E com o tempo, meu inglês foi melhorando naturalmente ao longo do processo. O meu conselho em relação a isso, é ter a mente e o coração abertos para falhar mais que o esperado e para ser o estranho/perdido por um tempo; faz parte da experiência e te dá a oportunidade de aprender com as outras pessoas.

GC: Pretende voltar algum dia para o Canadá?

AC: Com certeza! Em breve espero.

 

IMG_6018 (1)

GC: Qual tipo de intercâmbio você fez?

AC: Meu intercambio foi de estudo em uma escola de ensino médio (High School).

 

GC: Como era a sua rotina?

AC: Durante a semana, eu acordava ás sete da manhã. Pegava o ônibus para ir pra escola e pra volta. Minhas aulas começavam as nove e vinte e o almoço era ao meio dia (lá na escola mesmo) porque eu tinha aula até as três e vinte. Duas ou três vezes por semana eu ficava na escola depois das aulas porque eu tinha treino ou jogo (com os times de basquete e rugby). Depois voltava pra casa e jantava com meus pais entre umas seis/sete. Mais tarde eu tinha aula de kickboxing em uma academia de luta perto da minha casa (o currículo brasileiro exige que os alunos de intercâmbio escolar façam atividade física pelo menos 3 vezes por semana; o esporte na escola conta pra isso, mas eu queria fazer alguma coisa diferente). De noite, terminava algum trabalho da escola e ia dormir umas dez/onze horas. De final de semana, eu passava o dia fora com meus amigos ou minha família e estudava um pouco para as aulas da escola.

GC: Qual país que você ficou? E qual foi a duração?

AC: Eu fiquei no Canada (cidade Ottawa) durante 10 meses (um ano escolar completo).

 

GC: Qual comida que mais e menos gostou?

AC: Com certeza a minha refeição preferida era o típico café da manhã canadense que minha família fazia todo sábado de manhã. Ovos, bacon, torrada e batata!! Que delícia!! A única coisa que eu não gostava muito, mas é bem típico da culinária de lá, era o feijão com caldo doce que eles tem o costume de comer em algumas refeições.

 

GC: Como eu sei qual nível de inglês eu devo cursar?

AC: Assim que eu cheguei lá, tive que fazer alguns testes para verificar meu nível de inglês e também de matemática para as aulas da escola. É um teste que envolve conversação, escrita (redação) e alguns exercícios de matemática. E a partir dos resultados, fui direcionada para o nível adequado. Dependendo do seu nível, existem dois tipos de aula de inglês na escola (pelo menos em Ottawa): o chamado ESL (“English as a Second Language”) que é geralmente para alunos internacionais que tem um nível de inglês mais básico; ou aula de inglês normal, que seria o mesmo nível dos canadenses. O legal desse tipo de aula é que você consegue ver exatamente, como os próprios canadenses aprendendo o inglês lá.

 

Quem já fez intercâmbio em um momento da vida, sabe como é bom; isto é traz muitos benefícios para nós, se tornando algo enriquecedor tanto para a vida pessoal; quanto a profissional.

Ah, durante a viagem, a Ana Clara e sua parceira de viagem Lívia, tiveram a brilhante ideia de criar um blog. Quem estiver interessada (o), acesse lá www.cacao16.wordpress.com.

Angélica Santos fala sobre a carreira e a paixão por dublagem

Quem nunca teve o interesse de saber quem dubla tal atriz ou aquele personagem? A entrevista desta semana será com a atriz e dubladora Angélica Santos. Dubladora há 33 anos, ela é bastante conhecida por emprestar sua voz a personagens, como do ‘Cebolinha’, da Turma da Mônica, a Reese Witherspoon em ‘Legalmente Loira’ e Angelina Jolie, em ‘Tomb Raider’ eColecionador de Ossos”.

 

Ficou interessada? Veja conhecer mais do trabalho da Angélica, a seguir:

 

Garota da Cidade: Você é dubladora há bastante tempo. Como começou a carreira?

Angélica Santos: Sou dubladora há 33 anos, e comecei como bailarina. Fui fazer o teste para a Turma da Mônica que iria ter de bonecos (eles faziam peças de teatro e viagens) e lá fiz o teste para a personagem Mônica, e eu passei. Dali, comecei a fazer a teatro. Depois de um ano que eu estava na Maurício de Souza, fazendo a Mônica, eles fizeram outros testes para as vozes dos personagens, na verdade já existia a turma que fazia cerca de um ano – era umas cantoras da época. Mas elas sempre tinham problemas de horário. Então o Márcio, irmão do Maurício pediu para a gente fazer um teste, pra ver se a gente pegava para ter mais horário. A Turma da Mônica precisava de mais tempo, pois eles iriam começar a fazer outros filmes (eles já tinham feito um filme).

Na verdade, fiz o teste para Magali, porque minha voz era bem parecida com a dela. Porém, o Márcio e o Maurício de Souza falaram ‘Não, esta menina é Cebolinha’ (risos). Aí eu comecei a fazer o Cebolinha.

Então, meu grande personagem da vida inteira e que eu comecei, foi o Cebolinha, e foi bom, pois estava estrelando um personagem já famoso e conhecido desde aquela época (risos).

 

GC: Como que é o processo de dublagem? São feitos testes para ver se a voz se encaixa para o papel?

AS: Assim, para as grandes séries como Bob Esponja e Disney, você tem que fazer teste para os personagens. Já quando é um longa-metragem; é raro você fazer um teste, como no caso da personagem da Angelina Jolie, eu fiz o teste.

Eu fiz testes para algumas séries, tipo Anos Incríveis. Mas outras não. Outras eu sou escalada pelo diretor; o diretor conhece meu potencial, conhece minha voz, e escala para fazer determinada atriz ou personagem.

E geralmente você pega algumas atrizes, que a gente chama de boneco, e ‘veste’ esses bonecos. As atrizes que eu costumo vestir são a Angelina Jolie, Penélope Cruz, Cameron Diaz, Drew Barrymore (Para sempre Cinderela, Nunca fui beijada) e Brittany Muphy.

Antes o boneco era respeitado, mas hoje em dia não. Essas atrizes são algumas que eu fiz durante a minha carreira e continuo fazendo.

 

GC: Quais personagens você dubla? E qual foi o que mais gostou?

AS: O que mais gostei, com certeza, foi o Cebolinha. Mas adoro fazer as personagens da Reese Witherspoon. Prefiro fazer comédia. Quando tem atrizes de comédia, eu adoro.

 

11150530_10152943272039685_8792171756575734294_n

Angélica no estúdio com seus colegas de trabalho.

 

GC: Já te pararam na rua por reconhecer sua voz ou não?

AS: Parar na rua nunca aconteceu, porém eu fui fazer uma compra na farmácia e eu estava conversando e a atendente me disse: “Você é dubladora né?” (Eu só fiquei olhando para cara dela).

Outra vez, eu fui comprar uma mala, e a moça ficava me olhando e perguntava:

– “Eu te conheço?”

– “Não, não me conhece”

– “Você é atriz é?”

– “Sou”

– “Você trabalha na Globo?”

– “Não”

– “Você é cantora”

– “Não”

– “Você é locutora?”

– “Também não”

Dentre alguns minutos eu fui falar com minha filha, Mariana, e ela logo reconheceu minha voz (risos).

Também, teve outra situação também, que nunca me esqueço, que eu estava na loja da Renner, e quando eu fui perguntar quanto eu devia; logo de cara, o funcionário falou “Você é dubladora!”. Na hora, fiquei com a maior vergonha do universo (risos).

 

GC: Quais são as dificuldades de ser um (a) dublador (a)?

AS: Tem que ser ator, saber interpretar, ter um bom feeling, uma boa sincronia, uma rapidez de pensamento. Não precisa decorar muito texto longo, mas tem que ter uma rapidez de decorar e depois deletar (depois nossa memória fica péssima, alias!).

Para quem começa, acredito que tenham muitas dificuldades, porque afinal de contas, você escuta uma língua que não é a sua, e por sua vez, você tem que ler um texto que está traduzido, precisa também sincronizar perfeitamente e colocar no original e copiar exatamente o que aquele ator ou atriz fez; então são muitas informações.

Mas para mim, hoje é muito mais tranquilo e fácil. É interessante, por que todo dia vou pegar um personagem novo e tem uma dificuldade nova. Atualmente, tem o protus uma máquina que ajuda a sincronizar para idosos e crianças.

 

GC: Você acha que os dubladores tem o reconhecimento que merecem no mercado?

AS: Antigamente não; mas hoje o reconhecimento melhorou por causa do animes. Acho que os desenhos japoneses, trouxeram um monte de fãs, e nos fizeram conhecer ainda mais. O valor monetário melhorou muito também desde quando eu comecei até agora. Mas eu ainda penso que tenha um grupo de empresários que acredita que qualquer um faz, pode ser substituído, ou até uma máquina poderia fazer.

O que eu acho um absurdo é colocar startalents para fazer os filmes. E na verdade, na maioria dos casos, se não for bem escolhido, acaba estragando o filme; porque eles não tem a prática, alguns não são atores; então quem escolhe; escolhe errado – deveria ser escolhido pelo diretor do estúdio.

Tem filmes que eles estão na mídia a respeito do filme, pois um certo ator que dubla, etc. Esses dias eu vi que a Marília Gabriela e o ator da Porta dos Fundos iriam dublar o filme “Procurando Nemo”, e a principal dubladora do filme, nem comentaram dela; é um absurdo!

 

GC: Algum de seus filhos pretende seguir a carreira?

AS: O Pedro, meu filho mais velho, já chegou a dublar quando tinha 10 anos, mas voz dele começou a mudar e ele acabou desistindo. Mas eu não quis forçar a nada!

O mais novo, o Enzo dubla desde os 5 anos e, mas (hoje, Enzo tem 8 anos) de uns tempos pata cá, ele não dubla muito. Ele gosta, porém eu priorizo a escola, então eu não sei se ele vai querer realmente. Como dizem que filhinho de peixe, peixinho é (risos), então algum filho meu talvez seja dublador! Mas para mim tudo bem, se não for, vá fazer o que quer!

 

GC: Angélica, você tem alguma dica em especial para alguém que queira trabalhar com dublagem?

AS: Vá estudar; ser ator; tirar seu DRT e faça um curso de dublagem para ver se é isso que quer; porque isso é um dom particular. Muitos atores não conseguem dublar; atores de TV, de novela, de cinema, de teatro mas, você vê que, as vezes, na dublagem ficam não ficam bons. São mídia diferentes.

Primeiro, seja um ator e depois descubra a sua mídia. Eu amo o que eu faço e me divirto todos os dias, e esta é a dica que eu dou. E aproveite!

Poliana revela como concilia a vida de cantora com a família

Sempre acostumada com a música na sua vida, Poliana Devidé Bertrand, de 30 anos, diz que com o apoio dos familiares consegue ter um tempo maior para se dedicar a música e a família ao mesmo tempo.

Seu gosto é bastante eclético na hora de falar sobre música. Poliana costuma tocar em eventos e para amigos. Não é à toa que já está preparando seu segundo EP, com 8 canções. Música é o que não falta na vida de Poli!

 

Veja muito mais desta entrevista a seguir:

 

GC: De onde veio a ideia de começar a cantar?

Poliana Devidé: Cantar sempre fez parte de mim, canto desde pequena na Igreja. Fui crescendo e entendendo que cantar é a minha vocação. Sim, cantar é o meu trabalho, mas até eu compreender isso fiz outras coisas, como faculdade de Administração.

 

GC: Tem alguma inspiração?

PD: Deus e a vida que Ele nos dá.

 

GC: Quais são seus projetos atualmente?

PD: Estou na fase de finalização do meu segundo EP com 8 canções minhas. Assim que for finalizado, pretendo tocar em alguns lugares.

 

GC: Qual tipo de música gosta de cantar?

PD: Depende. Gosto de MPB, Pop e Folk.

 

GC: Quais músicas sempre estão sempre na sua playlist?

PD: Breakaway – Kelly Clarkson (entrei com ela no meu casamento, simplesmente amo!); Love Song – Sara Bareilles (curto muito artistas que tocam e cantam); Dia Especial – Tiago Iorc (cantei em um casamento de uma amiga e amei a música!); Drão – Gilberto Gil (a melodia e a história da música. Me apaixonei!) E algumas outras (risos)!

 

GC Você é casada e tem dois filhos, certo?! Como você consegue conciliar a música com a família?

PD: Nem sempre é fácil com 2 filhos, a demanda é grande, são muitos afazeres. Deixo de fazer algumas coisas na minha área, mas entendo que nesta fase, meus filhos precisam muito de mim, são pequenos (tenho um de 4 anos e outro de 8 meses!) e eles são a minha prioridade. Graças a Deus, quando preciso tenho a ajuda do marido, dos meus pais, sogros, familiares… E assim vou vivendo e cantando.

 

13346896_1124785080911941_8753372479292170894_n

Poliana com a sua família (João Haroldo – marido, Rafael e Miguel – filhos).

 

GC: O que significa ‘família’ para você?

PD: É meu porto seguro. O lugar onde vivo o amor, o perdão, a paz, a vida. Onde sou o que sou, e somos o que somos, de verdade. Felizes, gratos, às vezes tristes porque a vida não é sempre um mar de rosas, mas sempre nos amando e amando a Deus. Família, é a minha base.

 

GC: Qual é o seu pedido para 2016?

PD: Que Deus nos dê Saúde, paz, amor. Sorrisos, risadas, família, amigos e muita música. Muitos pedidos né? (risos) Mas é isso!

 

Gostaram? Quem quiser saber mais do trabalho da Poli, curta a página no Facebook e também no SounCloud. Vale a pena conferir!

Fotografia: o registro detalhado da vida

Por mais que algo possa ser escrito ou falado, a fotografia consegue ter uma linguagem universal. O fotógrafo Vinícius Aguiar já dizia: “Fotografar é acima da arte de escrever imagens com a luz. É eternizar momentos, sorrisos e lágrimas, maneira de expressar o que se vê ou sente.”. E é na entrevista desta semana no GC, que falaremos mais sobre FOTOGRAFIA, com Beatriz Ramos.

A particularidade de Beatriz é retratar as pessoas e seus momentos mais comuns. São por meio de detalhes, que ela se inspira para fotografar – além de pessoas, ela gosta de descrever lugares onde o observador não consegue prestar muita atenção.

 

Beatriz conta mais sobre como foi a trajetória da fotografia na sua vida:

 

GC: Como tudo começou? E há quanto tempo está nesta área?

Beatria Ramos: Eu sempre amei a arte de fotografar. Para mim sempre foi algo mágico! Comecei meu curso de fotografia em fevereiro de 2012.

 

GC: Porque escolheu fotografia?

BR: Eu nunca acreditei que eu conseguiria ser uma fotógrafa. Pra mim era algum distante da minha realidade; tanto financeira, quanto por conta da minha deficiência visual de ser míope com 20% de visão no olho esquerdo. Mas, Deus é bom demais e na época em que decidi fazer na Escola Panamericana, tive pessoas ao meu lado que me incentivaram a não ter medo de fazer o que realmente gosto. E eu sempre amei a fotografia.

 

GC: O que mais gosta de fotografar? Quais são os equipamentos que usa?

BR: Pessoas. Amo documentar a cultura e o dia-a-dia das pessoas – como elas são. Também gosto bastante de foto culinária, porém mais por curiosidade. Tenho duas câmeras da Nikon, a D5100 que me acompanhou até hoje e a mais nova membro da família, a D7100.

 

GC: Qual é o seu estilo de fotografar?

BR: Difícil essa (risos). Não sei me definir num estilo. Eu procuro documentar a realidade com sensibilidade.

 

GC: Já participou de algum concurso?

BR: Sim, de 3 concursos. Ganhei 2 com uma das fotos que mais gosto – de um ensaio que fiz sobre o metrô de São Paulo. Em um dos concursos tive a honra de ter a minha fotografia em um livro; que sempre foi meu sonho.

13091619_1691495711102642_1746312552_o

Com apenas um clique, esta imagem ganhou no concurso em que Beatriz participou. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: A foto (acima), na qual você ganhou; como conseguiu tirar?

Então, foi bem corrido porque eu o vi na plataforma e fui andando para tirar a foto dele; mesmo que no metrô não é permitido tirar fotos. Quando eu cheguei perto, ele tinha entrado no vagão. Nisso, foi o tempo de pegar a câmera e fazer a foto. Ele viu, e logo olhou para a foto (risos). Eu tinha apenas uma chance. O metrô foi e eu fiquei na plataforma com essa foto.

 

GC: E as outras fotos? Qual foi a intenção de tirá-las?

BR: As fotos da filha do casal sírio, fui eu que pedi para fazer. Como um presente pra eles sabe?! Eles são muito queridos e gostam muito da minha família. Aí, eu quis dar as fotos para eles.

Já a do casal de missionários no centro; eles me pediram para fotografá-los. Eles foram um dos casais de missionários que recepcionaram a minha equipe durante minha viagem pela África. E quando soube que estavam em São Paulo, eles me chamaram para fazer esse ensaio.

13120511_1691496644435882_1383539468_o

Foto tirada por Beatriz com a missionária, no centro de São Paulo. Imagem: Beatriz Ramos

13106746_1691496227769257_1745084800_o

Bebê do casal de refugiados. Imagem: Beatriz Ramos

 

GC: Quais eventos já fotografou? Casamentos, festas, etc?

BR: Já fotografei alguns casamentos, festas infantis, bodas, festas de aniversário e eventos de igreja.

 

GC: Qual foi o seu maior desafio na fotografia?

BR: Me expor. Na fotografia, o fotógrafo sempre se expõe. É uma escolha pessoal que carrega sua personalidade; e tudo que você tem de bagagem cultural quando você determina o que você fotografa. E isso pra mim foi desafiador. O medo da crítica em algo foi muito íntimo e assustador.

 

GC: Quais são seus planos futuros para fotografia?

BR: A idéia é sempre estar fotografando e aprendendo. Tenho planos para fazer especialização e viagens com fins de aprimoramento na minha área.

 

GC: Você utiliza as imagens para fins comerciais/profissionais?

BR: Sim, a fotografia é a minha paixão e profissão.

 

Para quem quiser acompanhar mais dos trabalhos que Beatriz faz, siga site oficial e no instagram também.

Experiências de um intercâmbio a São Francisco: saiba como foi para Bruna Dantas passar 3 meses nos EUA

Fazer uma viagem com certeza é incrível, fazer uma viagem para outro país deve ser melhor ainda,  e passar 3 meses lá como uma verdadeira local estudando e andando pelas ruas da cidade enquanto conhece a cultura deve ser UAU!

 Bruna Dantas, estudante de jornalismo, 21 anos, dona do blog QG da Bruna, carioca que mora na cidade maravilhosa, conta em um papo super legal como foram algumas de suas experiências em um intercâmbio a São Francisco, nos Estados Unidos, e descreve como foi sua persistência em busca de um sonho, além de detalhes de sua experiência em outro país com uma cultura diferente.

Como surgiu seu interesse em fazer intercâmbio?

“Desde o terceiro ano do ensino médio comecei a me interessar por intercâmbio conversando com algumas amigas e pensamos em fazer juntas. Começamos a visitar feiras de intercâmbio, agências, e também a pesquisar em casa pela internet. “

Como rolou a escolha do lugar?

“Acabamos escolhendo os EUA porque tínhamos mais vontade de conhecer e também mais lugares para ir por lá. Pensávamos em passar 3 meses, e o objetivo era pegar a época das férias de dezembro à fevereiro, e como seria inverno pensamos na Califórnia que não faz tanto frio, já que estamos acostumadas com muito calor (risos).”

Então você acabou indo com suas amigas?

“Os anos foram passando e nossos planos se desencontraram e acabei indo sozinha. Percebi também que ir com amigas pode não ser tão bom porque você não vive a experiência do intercâmbio por completo. “
“Coloquei na cabeça que faria o intercâmbio no final de 2014, trabalhei durante o ano pra ganhar dinheiro e, enquanto isso, fui conversando com a agencia de intercâmbio que mais tinha me agradado. No meio do ano fui até lá e Fechei o pacote. Acabei indo só em janeiro porque entrei de férias mais tarde do que imaginava.”

Qual você considera ser o nível mínimo de inglês para um intercâmbio?

“Não tem nível mínimo, qualquer um pode fazer! Claro que é um desafio maior pra quem não tem conhecimento na língua, mas essas são as pessoas que mais aproveitam. Já vi dois meninos chegarem na minha escola sem saber dizer uma palavra em inglês, tenho certeza que eles já estão num nível bom atualmente. Fiz muitos amigos que quando eu cheguei já estavam num nível mais avançado, mas me contaram que chegaram lá no nível mais básico de todos.”

Qual região dos EUA você ficou?

“Fiquei em San Francisco estudando, mas também aproveitei pra visitar New York e passei uma semana em Katy, no Texas.”

O que você mais gostou no país?

 “Acho que o que mais gostei foi a diversidade, tem de tudo um pouco por lá! Conheci muitos restaurantes de países diferentes que eu nunca tinha provado a culinária, por exemplo. Particularmente, achei san francisco uma cidade bem alegre e que sempre tem algo pra fazer e algum lugar novo pra visitar.”

Ainda estudava na época? Como fez para organizar seus estudos?

 “Na época eu já fazia faculdade e tive que trancar o semestre.”

O que a sua família achou da sua escolha em estudar fora?

 “Minha mãe me ajudou bastante, foi comigo na agência, fez milhares de perguntas, e também apoiou desde sempre, ela sabia que seria importante pra mim. A parte ruim foi pensar em como minha vó ficaria, porque na época ela estava mal devido a uns remédios e eu era a maior companhia dela. Acabou que, no tempo em que eu estava fora, os medicamentos foram trocados e ela ficou bem! Eu falava sempre com minha família por whatsapp e skype.”

De que era o curso? O que você achou dele?

 “Fui para uma escola de inglês que me pareceu bem legal e diferente porque a cada mês você pode montar a sua grade com matérias que não são muito óbvias. Por exemplo, estudei artes, tive uma matéria pra falar em público, pra fazer redação acadêmica, aula de negócios, etc. Achei isso bem legal porque eu já falava inglês, só queria aperfeiçoar, então ir pra uma escola comum seria meio sem graça.”

Escolher a grade é pra quem tem mais experiência com o idioma ou quem não tem também pode fazer?

“É pra todos os alunos, mas as matérias oferecidas para os níveis mais básicos são mais simples: gramática, pronúncia, etc. os mais avançados começam a ter essas opções diferentes porque, pra isso, já precisam ter uma noção de como trocar ideias e conversar em inglês, aí podem aprender um vocabulário diferente.”

3 meses já foi um bom tempo para aprender bem o conteúdo?

“Acho que o tempo foi suficiente, mas o problema é que a escola só teve número suficiente de alunos para abrir o nível mais avançado quando eu já estava perto de ir embora. Na maior parte do tempo vi muita coisa que eu já sabia. Sem falar que cada curso demorava 4 semanas, então não tinha esse problema de não ser tempo suficiente.”

O que você acha que te desagradou nos EUA? Já vi pessoas que fizeram intercâmbio e disseram que foram vitimas de preconceito, isso aconteceu com você?

 “Jura? não sofri preconceito não! Bom, duas coisas que me desagradaram: a primeira é o custo de vida (especialmente em San Francisco), não é barato pra gente que não recebe em dólar! As coisas não são super baratas como as pessoas costumam achar e você acaba gastando muito com comida e transporte, essas coisas. Outra coisa é a segurança, algumas partes da cidade são meio perigosas e tem muita gente nas ruas, muita gente com transtornos mentais e também usuários de drogas.”

Qual foi seu maior aprendizado ao fazer intercâmbio? Não pelo curso, mas sim experiência em si

“A gente aprende que tem muito mais coragem do que pensa, as pessoas costumam comentar “Nossa, mas você é muito corajosa de ir assim sozinha”, só que, na verdade, pra ir só é preciso vontade, as coisas vão acontecendo e você simplesmente precisa lidar com elas, não é uma escolha ter coragem, você precisa!”
“Acho que todo mundo deveria viver uma experiência como essas até mesmo pra se descobrir, é muito fácil estar sempre na nossa zona de conforto, mas mudar a nossa realidade e estar com pessoas totalmente diferentes faz a gente se entender muito mais.”

Fernanda Catânia conta sobre sua profissão e deixa dicas para futuros jornalistas

Fernanda Catania, mais conhecida como foquinha, apelido que recebeu na adolescência,  é paulistana, jornalista, e incrível! Formada na PUC-SP, foi editora de entretenimento da revista Capricho e anteriormente repórter da Rolling Stone. Hoje ela é uma entre tantos profissionais que trabalha com internet, e em seu canal no youtube faz desafios, entrevistas, vlogs e tudo o que envolva entretenimento.
Foquinha já entrevistou famosos como Daniel Radcliffe, Demi Lovato, Ellie Goulding, Emma Watson, Joe Jonas, Caio Castro, John Green, e muitos mais! E essa lista aumenta a cada dia.

 Em depoimento Fernanda diz como foi sua experiência com o curso de jornalismo e na procura por um emprego, deixando dicas para futuros jornalistas e também aos já graduados.

maxresdefault

 

Como foi sua experiência na faculdade e quais foram seus maiores desafios? A timidez já foi um problema para você?
“A faculdade me deu muito conhecimento teórico e me ajudou a entender o que eu gosto dentro do Jornalismo. Mas com certeza aprendi muito mais e me conheci muito mais tendo experiências práticas no trabalho.  O maior desafio com certeza foi o TCC. Eu produzi um documentário (vídeo) sobre a criação do “clown” na medicina – que é o personagem que alguns médicos criam para fazer esquetes nos hospitais e tornar aquele momento mais feliz para os pacientes (como, por exemplo, o Doutores da Alegria). Eu e uma amiga acompanhamos o projeto Sorrir É Viver, da faculdade de Medicina do ABC , dedicado à criação do clown. Acompanhamos do começo ao fim do processo. Me dediquei totalmente ao TCC e foi um período muito intenso e desgastante, mas valeu muito à pena. Além de ter se tornado algo de peso para o meu currículo de recém-formada, me mostrou que eu queria trabalhar com vídeo.
 A timidez nunca foi um problema pra mim. Eu nunca fui tímida, sempre fui extrovertida e ‘cara de pau’ e isso se reflete muito no meu trabalho hoje. Acho que não há nada como passar por experiências para conseguir dribla-la. Se você tem vergonha de fazer vídeos mas morre de vontade por exemplo, comece a fazer vídeos SIM, nem que for para você mesma, para ninguém ver. O que costuma ajuda muita gente é fazer cursos de teatro. Eu fiz um curso intensivo no Wolf Maya e foi muito legal, com certeza ajuda quem é tímido.”
 
 Você teve facilidade em encontrar o primeiro emprego? Como surgiu a chance de trabalhar na capricho? 
“O primeiro estágio não foi difícil, o mais difícil foi trabalhar no que eu realmente gostava e a primeira experiência com o que gosto foi na Capricho mesmo. A realidade é que a gente demora muuuuito para encontrar o emprego ideal. Eu entrei na Capricho pelo processo seletivo de estágio da Editora Abril. Foi bastante longo e competitivo, mas deu certo. Lá, comecei como estagiária de entretenimento, onde fiquei por 2 anos, então, me formei e não podia continuar na Capricho por não existir um vaga disponível como repórter – isso acontece muito. Então, logo depois consegui uma vaga de repórter na Rolling Stone Brasil, que era um dos meus sonhos. E, depois de cerca de 1 ano, a Capricho me convidou para voltar, pois uma vaga de repórter havia ficado disponível. Então voltei como repórter e, mais pra frente, fui efetivada como Editora. Nesse tempo, fui selecionada para fazer o Curso de Jornalismo da Editora Abril, que dura 1 mês. Existem cursos para recém-formados dentro de empresas de comunicação que nos dão um aprendizado muito mais prático e além do que aprendemos na faculdade. Além disso, são cursos bastante reconhecidos pelo mercado. Existe o curso da Folha de S Paulo, Curso Estadão, etc. É uma boa dica pra recém-formados. Importante frisar que não são cursos de graduação e sim complementares.”
 
O nome da faculdade influência na busca por um emprego ou acha que a força de vontade e persistência em busca dos sonhos pesa mais?
“O mais importante é a força de vontade com certeza, mas claro que o nome da faculdade influencia. Por exemplo, uma empresa vai dar mais atenção se ver o currículo com uma faculdade mais renomada. O empregador não te conhece, então vai procurar  coisas que se destacam no seu histórico.”
 
Como é conversar com artistas como Demi Lovato, John Green (entre outros), e ter que segurar o lado fã? Ainda surge uma insegurança ou nervosismo na hora da entrevista? 
“Faço isso há muitos anos e, hoje, não tenho mais insegurança ou nervosismo. Eu acabei fazendo isso com mais naturalidade cada vez mais, acho que fui me acostumando e me aperfeiçoando e, com isso, vem a segurança. É claro que algumas coisas ainda me deixam nervosas, como fazer entrevistas em vídeo com artistas internacionais. Sempre vai ser mais tenso! O legal de fazer isso a tanto tempo é que acabei me tornando amiga ou conhecida de muitos artistas – é bem mais tranqüilo entrevistar quem eu já conheço e, muitas vezes, a entrevista fica ainda melhor quando rola uma ‘intimidade’ com o entrevistado. Outra coisa que me deixou mais tranquila ao fazer as entrevistas foi colocar na cabeça que eles são ‘gente como a gente’, (risos).”
 
 
Quais as dicas para se tornar uma jornalista de sucesso?  
” Crie metas e vá atrás dessas metas até alcançar! Acredite em você mesma, porque a segurança está dentro da gente e não fora, no que os outros vão falar ou pensar. Outra coisa bastante importante, descubra o seu diferencial, identifique os pontos fortes e mais diferentes de sua personalidade e tente focar neles. Se você é cara de pau, abuse disso nas entrevistas, por exemplo. Funcionou para mim! Cada pessoa tem um diferencial e é isso o que o mercado procura. Hoje, o diferente, o inusitado, o irreverente faz toda a diferença.  
Aproveite a faculdade para ter experiência com diversas áreas do jornalismo (esportivo, cultural, moda, comportamento, etc) e diversas plataformas (revista, internet, redes sociais, vídeo, rádio, etc). Como há milhares de opções e possibilidades dentro do Jornalismo, é muito importante você saber o que quer. A faculdade dá liberdade para testar sem medo de errar. Também é importante começar a fazer estágios desde sempre para começar a entrar no mercado de trabalho e ter a prática do que você quer. É só na prática que a gente realmente ‘se descobre’.”
Gostaram da entrevista? Eu amei! 
Não estou acreditando até agora que entrevistei ela hahahahaha. 
Bjbj. Ste

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén

%d blogueiros gostam disto:
Aguarde...

ASSINE A NEWS

Digite seu endereço de e-mail e seja a primeira a saber quando tiver alguma novidade por aqui. ;)
PageLines