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Top 5: O que vestir em época de vacas magras

Para estar na moda não é preciso ser rica, usar roupas caras de grife e gastar os dois olhos da cara para pagar as peças. Hoje em dia nós consumidoras devemos pensar duas e até três vezes antes de investir em uma roupa nova, principalmente com essa fase “apertada” que estamos passando no Brasil.

Muitas lojas fecharam as portas, peças importadas que já eram caras aumentaram ainda mais os preços com a alta do dólar, e as nacionais estão pouco elaboradas já que estampas e pedrarias também custam caro. Sorte das costureiras, claro, que acabaram sendo mais procuradas para concertos e customizações.

E você, está sabendo como driblar a crise?

Valorize seu guarda-roupa: Investir nas peças que você já tem é uma boa, adicionar uma estampa, bordar, colocar mangas, colorir ou descolorir o tecido, já mudam totalmente o estilo. Pra começar pegue todas as suas blusinhas, calças, acessórios, sapatos, e tudo o que você tem no armário e comece o exercício de desapego: Doe! Roupas que você não usa mais e não quer só trarão despesas de manutenção, fique somente com as peças essenciais.
Comprar 2 em 1: Pra você que não gosta de repetir look, a dica é apostar em peças que tenham mais de uma função, assim faz você pode revezar os estilos e economizar. Exemplos: bolsas e casacos dupla face, blusa de frio que tira a manga e vira colete…
Que tal compartilhar?: Fazer um garimpo em brechós e trocar algumas peças de roupa com as amigas também é uma boa saída. No enjoei sempre tem umas coisas legais por um preço bom, e você pode até vender seus desapegos por lá.
Fast fashions e outlets: Nesse tipo de loja é comum ter preços mais em conta. Nas fast fashions eles reúnem inspirações de tudo aquilo que está bombando na moda e juntam em um só lugar. Já em outlets você encontra roupas de marcas caras vendidas por um preço mais bacana. Roupas de qualidade são aquelas que te deixam linda, independente da marca, esqueça a etiqueta!
Use a lei de channel: Coco Channel dizia ter apenas dois tailleurs e estava sempre bem vestida. Apostar em peças básicas que possam ser combinadas com outras que você já tenha, e investir em acessórios diferentes, mudam a cara do look.

 

Espero que tenha gostado das dicas! Mande suas dúvidas, pedidos, e indicações para o e-mail stephanymelo@garotadacidade.com.br

Bjbj. Ste

 

Body chain é titulado o acessório do verão 2016

Acessório febre vem se tornando indispensável nos looks de praia, veja como usar a nova tendência 

 

Inspirado em acessórios Índianos, o body chain (corrente de corpo)  se estende do pescoço para a cintura e ombros. Existem outros tipos de correntes, como a arm chain (corrente de braço), hand chain (corrente de mão), thigh/leg chain (corrente de coxa/perna) que também ocupam lugar de destaque em tendências para o verão.

Algumas celebridades como Beyoncé, Miley Cyrus, Bruna Marquezine, Vanessa Hudgens, Thaila Ayala e Manu Gavassi adotaram a moda.

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Podendo ser usada durante o dia ou noite a tendência é combinada sobre as peças de banho e looks completos e também embaixo de tops e shorts trazendo um brilho metalizado, discreto, e estiloso para a composição do visual.

 

 

Dica da Ste:O acessório se destaca mais quando as peças do look são de cores neutras e lisas, sugiro usar o acessório mais solto quando combinado à peças mais folgadas, assim como mais colados ao corpo quando combinado com maiô ou biquíni. Evite o uso com roupas formais e estruturadas, seu caimento de adéqua melhor à uma pegada despojada e urbana.”

Experiências de um intercâmbio a São Francisco: saiba como foi para Bruna Dantas passar 3 meses nos EUA

Fazer uma viagem com certeza é incrível, fazer uma viagem para outro país deve ser melhor ainda,  e passar 3 meses lá como uma verdadeira local estudando e andando pelas ruas da cidade enquanto conhece a cultura deve ser UAU!

 Bruna Dantas, estudante de jornalismo, 21 anos, dona do blog QG da Bruna, carioca que mora na cidade maravilhosa, conta em um papo super legal como foram algumas de suas experiências em um intercâmbio a São Francisco, nos Estados Unidos, e descreve como foi sua persistência em busca de um sonho, além de detalhes de sua experiência em outro país com uma cultura diferente.

Como surgiu seu interesse em fazer intercâmbio?

“Desde o terceiro ano do ensino médio comecei a me interessar por intercâmbio conversando com algumas amigas e pensamos em fazer juntas. Começamos a visitar feiras de intercâmbio, agências, e também a pesquisar em casa pela internet. “

Como rolou a escolha do lugar?

“Acabamos escolhendo os EUA porque tínhamos mais vontade de conhecer e também mais lugares para ir por lá. Pensávamos em passar 3 meses, e o objetivo era pegar a época das férias de dezembro à fevereiro, e como seria inverno pensamos na Califórnia que não faz tanto frio, já que estamos acostumadas com muito calor (risos).”

Então você acabou indo com suas amigas?

“Os anos foram passando e nossos planos se desencontraram e acabei indo sozinha. Percebi também que ir com amigas pode não ser tão bom porque você não vive a experiência do intercâmbio por completo. “
“Coloquei na cabeça que faria o intercâmbio no final de 2014, trabalhei durante o ano pra ganhar dinheiro e, enquanto isso, fui conversando com a agencia de intercâmbio que mais tinha me agradado. No meio do ano fui até lá e Fechei o pacote. Acabei indo só em janeiro porque entrei de férias mais tarde do que imaginava.”

Qual você considera ser o nível mínimo de inglês para um intercâmbio?

“Não tem nível mínimo, qualquer um pode fazer! Claro que é um desafio maior pra quem não tem conhecimento na língua, mas essas são as pessoas que mais aproveitam. Já vi dois meninos chegarem na minha escola sem saber dizer uma palavra em inglês, tenho certeza que eles já estão num nível bom atualmente. Fiz muitos amigos que quando eu cheguei já estavam num nível mais avançado, mas me contaram que chegaram lá no nível mais básico de todos.”

Qual região dos EUA você ficou?

“Fiquei em San Francisco estudando, mas também aproveitei pra visitar New York e passei uma semana em Katy, no Texas.”

O que você mais gostou no país?

 “Acho que o que mais gostei foi a diversidade, tem de tudo um pouco por lá! Conheci muitos restaurantes de países diferentes que eu nunca tinha provado a culinária, por exemplo. Particularmente, achei san francisco uma cidade bem alegre e que sempre tem algo pra fazer e algum lugar novo pra visitar.”

Ainda estudava na época? Como fez para organizar seus estudos?

 “Na época eu já fazia faculdade e tive que trancar o semestre.”

O que a sua família achou da sua escolha em estudar fora?

 “Minha mãe me ajudou bastante, foi comigo na agência, fez milhares de perguntas, e também apoiou desde sempre, ela sabia que seria importante pra mim. A parte ruim foi pensar em como minha vó ficaria, porque na época ela estava mal devido a uns remédios e eu era a maior companhia dela. Acabou que, no tempo em que eu estava fora, os medicamentos foram trocados e ela ficou bem! Eu falava sempre com minha família por whatsapp e skype.”

De que era o curso? O que você achou dele?

 “Fui para uma escola de inglês que me pareceu bem legal e diferente porque a cada mês você pode montar a sua grade com matérias que não são muito óbvias. Por exemplo, estudei artes, tive uma matéria pra falar em público, pra fazer redação acadêmica, aula de negócios, etc. Achei isso bem legal porque eu já falava inglês, só queria aperfeiçoar, então ir pra uma escola comum seria meio sem graça.”

Escolher a grade é pra quem tem mais experiência com o idioma ou quem não tem também pode fazer?

“É pra todos os alunos, mas as matérias oferecidas para os níveis mais básicos são mais simples: gramática, pronúncia, etc. os mais avançados começam a ter essas opções diferentes porque, pra isso, já precisam ter uma noção de como trocar ideias e conversar em inglês, aí podem aprender um vocabulário diferente.”

3 meses já foi um bom tempo para aprender bem o conteúdo?

“Acho que o tempo foi suficiente, mas o problema é que a escola só teve número suficiente de alunos para abrir o nível mais avançado quando eu já estava perto de ir embora. Na maior parte do tempo vi muita coisa que eu já sabia. Sem falar que cada curso demorava 4 semanas, então não tinha esse problema de não ser tempo suficiente.”

O que você acha que te desagradou nos EUA? Já vi pessoas que fizeram intercâmbio e disseram que foram vitimas de preconceito, isso aconteceu com você?

 “Jura? não sofri preconceito não! Bom, duas coisas que me desagradaram: a primeira é o custo de vida (especialmente em San Francisco), não é barato pra gente que não recebe em dólar! As coisas não são super baratas como as pessoas costumam achar e você acaba gastando muito com comida e transporte, essas coisas. Outra coisa é a segurança, algumas partes da cidade são meio perigosas e tem muita gente nas ruas, muita gente com transtornos mentais e também usuários de drogas.”

Qual foi seu maior aprendizado ao fazer intercâmbio? Não pelo curso, mas sim experiência em si

“A gente aprende que tem muito mais coragem do que pensa, as pessoas costumam comentar “Nossa, mas você é muito corajosa de ir assim sozinha”, só que, na verdade, pra ir só é preciso vontade, as coisas vão acontecendo e você simplesmente precisa lidar com elas, não é uma escolha ter coragem, você precisa!”
“Acho que todo mundo deveria viver uma experiência como essas até mesmo pra se descobrir, é muito fácil estar sempre na nossa zona de conforto, mas mudar a nossa realidade e estar com pessoas totalmente diferentes faz a gente se entender muito mais.”

Bazar Pop Plus Size em São Paulo

Na manhã deste sábado (09/5) vai rolar um Bazar pop plus size aqui em São Paulo, pertinho da estação de metrô Barra funda. A ideia do bazar veio da jornalista e DJ Flávia Durante, que reuniu em um mesmo lugar várias marcas a partir do tamanho 46.
A moda também é uma forma de nos expressarmos, chega de legging e uma camiseta folgada, agora é a sua vez de escolher!    
     
     


9 de maio – Das 11h às 19hrs
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421
Metrô Barra Funda
Entrada $5 (só em dinheiro)
Formas de pagamento:cartões de débito e crédito, cheque e dinheiro, de acordo com a disponibilidade de cada marca.

 O que vai ter por lá?


 
 


Gostaram dos looks? Essas são apenas duas das marcas que vão estar por lá. Da uma passadinha na página do bazar e prepare sua lista de compras!

 





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